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Jornal Valor comenta o livro

  • kaike Nanne
  • há 7 dias
  • 1 min de leitura

O crítico Carlos Minuano escreveu sobre Como dançar com os mortos para o jornal Valor Econômico.

 

Num trecho do artigo, Minuano comenta: “A escrita alterna descrição etnográfica e experiência pessoal. O resultado é um mosaico de culturas que resistem a se dissolver na modernidade global. Costumes e percepções sobre a vida aparecem sob ângulos diferentes e com contornos às vezes bizarros. No Butão, por exemplo, o autor se debruça sobre a louca sabedoria, doutrina formulada no século XV pelo lama Drukpa Kunley, o Divino Louco, que pregava a iluminação pelo humor, pelo sexo e pela quebra de convenções.”

 

Adiante, Minuano destaca: “Um dos pontos altos da obra é o episódio em que o jornalista recupera a cosmologia Pemon, povo indígena que vive na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, em especial na Gran Sabana venezuelana. Foi nesse território que surgiram os mitos sobre o herói ambivalente Makunaima, registrados no início do século XX pelo etnólogo alemão Theodor Koch-Grünberg.”

 

Leia o PDF com a íntegra do artigo:



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